Meu primeiro contato com o SANPAKU.

ASSISTA A ESSE VÍDEO E SAIBA UM POUCO SOBRE O MEU PRIMEIRO CONTATO SOBRE ESSE ASSUNTO.

COMO TUDO ISSO COMEÇOU.

 

Há 50 anos passados, ao folhear uma revista da época (Fatos & Fotos, Manchete ou Cruzeiro), deparei-me com uma matéria cujo assunto de logo me fascinou: "SANPAKU assassinado na 2ª avenida em Dallas".

Nunca mais esqueci o que li naquele dia.

Falava da morte do presidente Kennedy, da morte por acidente do ator James Dean, do assassinato do ex-presidente Abraham Lincoln, da morte de Marilyn Monroe e outros.

 

Eu era muito SANPAKU.

 

Nos anos seguintes, segui minha vida de jovem adolescente, indo em busca do mundo e de suas maravilhas.

 

Devido à minha pouca idade e experiência de vida, não tive o cuidado de ver e entender os estragos que essa minha condição de SANPAKU viriam a fazer na minha própria vida.

 

Anos mais tarde, dando um pouco mais de atenção (mas, ainda era bem pouco) pude começar a entender o que acontecia com as pessoas SANPAKUS.

 

A vida seguiu o seu curso normal, e como não poderia ser muito diferente, essa

condição cuidou de fazer um belo estrago na minha vida.

 

Atropelei três crianças em acidentes diferentes, sendo que duas delas de forma muito improvável (mas, para o portador dessa condição tudo se torna possível).

 

Os estragos foram visíveis em todas as áreas de um viver comum: (Pontos na cabeça, por causa duma briga num ambiente com muita gente, resultando no corte de um tendão do meu polegar direito), (Acidentes de automóvel), (Quase capotei um veículo tentando andar em apenas duas rodas), (Um machucado estúpido próximo ao meu tornozelo esquerdo), (Quase capotei um Jeep de uma maneira bem absurda), (Um lápis enfiado na minha coxa direita), (Quase me afoguei numa praia), (Um corte muito profundo no meu joelho direito), (Cortes nas mãos e nos dedos), (Um tumor na face que fiquei parecendo um monstro), (Um tumor no peito direito) (Um tumor no bum-bum, ainda muito novinho), (Queixo quebrado na infância ao subir um batente), (Enxaqueca durante vários anos), (Nariz entupido durante vários anos), (Prisão de ventre, quase por toda a vida), (Refluxo que me fez pensar que fosse câncer na garganta), (A vida financeira com altos e baixos), (Em alguns momentos, 

poderia ter tirado a vida de pessoas ou perdido a minha), (Envolvimento com drogas), (Tornei-me ateu por um período), (Medo do escuro e de fantasmas), (Quase levei uma navalhada em meu peito), (Imunidade baixa). 

 

Como se costuma dizer: "SOFRI O PÃO QUE O CAPETA AMASSOU".

 

Tive alguns divisores de águas em minha vida:

1°) A saída das drogas e do ateísmo para os braços de DEUS e do conhecimento de Jesus Cristo.

 

2°) O dia em que uma das minhas filhas derrubou um copo e quando perguntei o que aconteceu; ela me respondeu: "O COPO CAIU". 

Entendi alí, que o SANPAKU não costuma assumir o que faz, pois nem sequer o percebe.

 

3°) Estava hospedado num hotel fazenda, e numa área reservada para pequenos animais, um tratador cuidava de limpar a gaiola de um Furão.

Ele tinha os olhos claros e era bastante SANPAKU.

De repente, foi gaiola para um lado, o Furão para o outro, o pote dágua também caiu, enfim, um verdadeiro bagaço.

Aquele incidente reforçou tudo o que eu já sabia sobre a derrubada de objetos pelo portador dessa condição.

 

4°) No ano de 2010 saí do Brasil em direção a Chicago, Las Vegas, Aspen, Dallas e Miami.

Já saí do Brasil com dores insuportáveis que me atingia da região da nádega esquerda até o joelho do mesmo lado (fruto de hérnias extrusas com dores muito fortes).

Pensei em desistir da viagem, porém eramos um grupo grande e não me senti bem em debandar da companhia deles.

O sofrimento foi enorme, chegando mesmo a pensar em retornar ao Brasil no meio da viagem.

Atendendo a pedidos continuei até o seu final (só DEUS sabe o quanto foi difícil).

Em Miami, fiz o chek-in numa cadeira de rodas.

De volta ao Brasil foi um momento decisivo na minha trajetória como SANPAKU.

Foi o momento de repensar todos os meus conceitos, revisar todas as minhas idéias e crenças. 

Pensei com toda clareza possível sobre o que me levou àquela situação.

 

Verifiquei alguns pontos:

  • POSTURA INCORRETA.

  • ESTRESSE MAL ADMINISTRADO.

 

A partir desses dois pontos, comecei a sentar sem agredir a região das hérnias.

Procurei manter o estresse sobre controle.

E para minha surpresa, as dores foram desaparecendo.

 

Dessa forma, e aplicando tudo o que já conhecia sobre a mente humana cheguei a minha condição atual:

Não faço nenhum tipo de dieta.

Não utilizo nenhuma medicação.

Não sinto nenhum sintoma de doença (febre, gripe, dor de cabeça etc.)

Durmo normalmente.

A prisão de ventre (uma grande inimiga que me acompanhou pela vida inteira) foi colocada no seu devido lugar.

O refluxo foi evitado (só deito após três horas após a ingestão de alimentos).

Entendi que para se viver com saúde não depende das circunstâncias nem da conta bancária.

 

Minha conclusão final: SE EU POSSO; VOCÊ TAMBÉM PODE !

É só fazer a coisa certa.

 

E assim, querendo compartilhar com vocês, fui até um programa de TV (a quem serei sempre grato pela abertura de espaço), e falei para os telespectadores sobre um assunto que conheço e que não tenho dúvidas que prejudica inúmeras pessoas portadoras do mesmo.

A boa notícia é que tem correção.

Eu sou o exemplo VIVO disso.

 

Amaral.

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